
Universo Nova Fronteira
Anderson “Aracnos” Oliveira
Versão definitiva.
3. O Futuro.
— Já os encontramos no passado. Agora, veremos como seria o futuro de vocês. — Cronnus prossegue sua tortura contra Temporal. Após mostrar para ele o passado de seus amigos que foram assassinados por ele, o vilão agora o leva de volta até a Cidade do Tempo, que se encontra em ruínas, de onde pretende visualizar o futuro. — Você sabe que o futuro não é uma constante. Ele é feito de probabilidades, depende do presente, das escolhas de cada indivíduo. De sua Sorte. Todavia, certas coisas fazem parte do Destino. Decretadas por Deus, não podem ser alteradas. Sorte e Destino. Como há muitas variáveis nesse jogo, de tudo que veremos agora, algumas coisas poderiam nem acontecer.
E após essa explicação, Cronnus ativa o computador central da Cidade do Tempo e faz as areias da grande ampulheta correrem em seu curso normal, depois se acelerando a cada passo. Logo, na tela de holografia, Temporal pode ver cenas dele e seus amigos, unidos no Esquadrão M, agindo juntos, em aventuras que não mais se realizariam por culpa do maldito Cronnus. Mas enquanto via as cenas, Temporal aproveitava para usar suas últimas forças e absorver a energia cronal do computador central, como Cronnus fizera para ampliar seus poderes. Para que o vilão não perceba, resolve fazer isso aos poucos.
— Veja Simon! Seu Esquadrão M, todos os seis reunidos… À noite… O Rio de Janeiro…
Temporal olha e vê cenas de uma luta entre o Esquadrão e estranhos adversários, que parecem ser zumbis de pele azulada, vestindo roupas de ninjas. Os heróis estão com roupas de gala, saídos de uma festa frustrada por esses zumbis. Para derrotá-los, eles resolvem cortar suas cabeças. Harpia usa lâminas de metal de seus braços, Flamy queima a cabaça de um deles até não restar nada, Máximo faz o mesmo com um raio e assim por diante até que Temporal é subitamente tirado do local por um forte vento.
Cronnus, fazendo um estranho silêncio, manipula a engenhoca e faz as imagens avançarem para outra ocasião, onde o Esquadrão luta contra outros super seres numa mansão. O objetivo é libertar Simon feito prisioneiro por um cientista louco e com super poderes. O resgate é conseguido com a ajuda de um estranho personagem, de cabelos grisalhos, que ajuda a equipe com seus poderes telepáticos. Cronnus chega a gargalhar ao ver o estado deplorável em que Temporal se encontra quando é resgatado.
— Você deveria ter apanhado bastante aqui!
— Isso… Isso nunca aconteceu…!
— Claro que não, idiota. Estamos vendo o futuro. Quer dizer, o futuro que seria se eu não tivesse matado todos vocês!
— Prá que ver isso?!
— Ora, você não quer? Não que ver como seria se seus amiguinhos não tivessem esticado as canelas?
— Está me torturando… Da pior forma!
— Ah… Que bom que aprecia essa atenção! — Cronnus dá um tapa na nuca de Temporal, estando esse sentado no chão, muito fraco, mas ainda absorvendo as forças cronais que emanam da máquina. — Vamos continuar a ver sua trupe de intrépidos aventureiros em ação!
E manipulando o computador, Cronnus faz surgir novas imagens, onde localiza o Esquadrão no meio no mar. Águas claras que só podem ser do Caribe. Num belo navio, eles lutam contra uma força que parcialmente os afunda. A bordo do barco, estranhos guerreiros os atacam com armas brancas. Maritimus é o alvo principal. Os agressores são a Tropa de Oceânia, querendo levar o desertor de volta para as profundezas do mar. Eles comandam uma enorme baleia azul que ataca o barco e o faz virar. Aqueles que podem voar se livram e carregam os outros que não podem. Mas Maritimus é tragado nas águas.
A luta continua no reino submerso, onde o Esquadrão vai ao resgate de seu amigo. Um submarino da Corporação é usado para chegar à cúp**a de vidro que cobre a cidade. Uma batalha feroz é travada, num mundo completamente estranho. Cronnus assiste aquilo como se visse um filme de ação, sempre torcendo para que os heróis se dessem mal. Temporal não pode deixar de sentir a angústia de saber que seus amigos estão mortos, além de centenas de pessoas inocentes, por culpa desse louco que tem a sua face.
Nisso ele divaga, querendo saber se Cronnus seria uma versão sua de um mundo paralelo, ou qualquer coisa assim. Como que corroborando essa idéia, as próximas cenas que se passam na ampulheta é uma reunião de vários Simons, uma centena no mínimo, cada qual um pouco diferente do outro. Alguns mais jovens, outros mais velhos, alguns com cabelos entre rastafari e black power, outros gordos ou muito magros e até uma versão feminina, chamada Simone.
Tal reunião de Temporais parece muito agitada, como que se algo de suma importância para a existência do multiverso fosse discutido. Simon se reconhece, vestido de preto como de costume, gritando entre os presentes como um político em um parlamento. Cronnus chega a ficar curioso com aquilo, mas logo aciona o computador para mudar a cena, temendo que algo sobre ele seja revelado.
— Já há Simons demais por aqui… — diz ele. — Vejamos aqui…
E as imagens se convertem para uma luta com quatro membros do Esquadrão, envolvendo criaturas feras, meio homens meio felinos, num grande jardim de um milionário chefe do crime. O objetivo da luta é uma peça de cristal que os heróis devem recuperar. Harpia é a mais interessada nisso. Mostrando muita coragem, mesmo ferida gravemente, ela ataca o portador da jóia com seu cetro. Temporal chega numa moto, a “Máquina do Tempo”, como ele a chamaria.
Paralelamente, nas praias do nordeste, Sandy e Maritimus seguem o rastro da irmã gêmea da heroína, Sandra, e descobrem que ela está desmemoriada e se tornou muito agressiva. Com o poder de converter o corpo em água, Sandra enfrenta a irmã num duelo mortal. Como se não bastasse, Maritimus ainda percebe rastros da Tropa de Oceânia, que provavelmente estão manipulando a garota. Como final, Sandra mergulha no oceano, sumindo por completo entre as águas. Temporal observa todo o sofrimento de Sandy, sem saber direito se o que sente pela moça é amor um apenas um carinho especial.
As cenas mudam rapidamente, e que se vê agora é um momento de calma, onde o Esquadrão se reúne na sala de recreação, espalhados pelo sofá. Pelo chão vários DVDs são selecionados. Flamy e Máximo discutem como sempre. É feito um comentário de que os dois ainda vão acabar juntos, deixando ambos corados e irritados. Cronnus não pode deixar de sentir inveja de Temporal. Tais momentos, sem dúvida, ele nunca experimentou. Por isso, ele logo faz o computador fornecer novas imagens.
Num cenário sombrio, como de um filme de terror, as três garotas do grupo enfrentam criaturas feitas de sombra. Tais seres se escondem na escuridão, e quando saem dela parecem feitos de alguma gosma, como piche. Flamy os ataca com bolas de fogo, mas eles se esquivam rapidamente. Sandy se dissipa em areia criando uma tempestade contra as criaturas, mas só encontra sombras vazias. Harpia, em vôo, procura atingir os inimigos com seu cetro, mas também não acerta nada. Quando as sombras atacam, elas são facilmente abatidas.
Em outra parte, os rapazes do grupo enfrentam o que parece ser o chefe das sombras, sendo um velho conhecido do Esquadrão, agora modificado e muito mais forte. Mantis é seu nome, e ele cria esse cenário sombrio com seus poderes. Máximo esgota as tentativas de criar uma fonte de luz para acabar com ele, sendo sempre abatido antes de conseguir. Maritimus tenta congelá-lo, mas Mantis se livra do gelo facilmente. E Temporal está muito fraco para realizar alguma viagem no tempo, e tem que se virar com duas pistolas. Por mais que Cronnus queira ver seu inimigo ser derrotado, ele faz as imagens mudarem, pois também não quer dar a chance de Temporal saber como eles poderiam escapar dessa.
Então o cenário que é visto a seguir é o de uma grande batalha no meio da cidade de São Paulo, onde o Esquadrão enfrenta um grupo de cinco super seres muito raivosos. Um deles é um gigante muito forte, que consegue jogar um ônibus contra os heróis. Há também uma velocista que se usa de armas de fogo para atirar para todos os lados. Um homem com roupa de cientista usa um bastão de alta tecnologia para criar rajadas sônicas que deixam os heróis atordoados. Outro homem tem poderes mentais, e se usa de telecinese para criar mais caos na rua. E uma mulher voa e cria massas de energia pelas mãos.
O alvo desse conflito, ao que parece, é o diretor da Corporação, Anderson Oliveira, que é o alvo de toda a fúria dos inimigos, auto proclamados Comando Vega. Ele se fecha em seu escritório, suando bicas, cercado por vários guarda costas fortemente armados. Ele mesmo empunha uma pistola enquanto tenta dar alguns comandos à inteligência artificial do computador central da Corporação, chamada Aurora.
A cena se converte para algumas horas depois, com o Comando Vega sob controle, um rastro de destruição pelo caminho e o Esquadrão muito cansado e furioso. Ângela chega a dar um tapa em Anderson durante uma discussão acalorada. Tanto Cronnus quanto Temporal ficam muito curiosos com esse episódio. Estaria a Corporação usando os super seres de alguma maligna? A resposta fica no vácuo, pois as imagens logo se convertem novamente, ao passo que Temporal já se sente mais forte com as energias que recebe.
Logo, as próximas cenas revelam uma crise envolvendo Aurora, o computador que foi infectado por um vírus criado pelo famigerado Doutor Sebastian Zork, e agora cria robôs com a tecnologia da Corporação. O Esquadrão enfrenta esses robôs assassinos por toda a torre da Corporação. O vírus também assume o controle de equipamentos da agência, como veículos e até a rede de satélites. A vitória só vem com a ajuda de outro cientista, mestre em robótica, chamado de doutor Teodoro Newton, o criador de Aurora. Temporal pouco se atenta a isso, se concentrando em absorver cada vez mais energia.
Depois Cronnus faz surgir novas imagens, onde o Esquadrão se alia a guerreiros vestidos de armaduras que aludem a divindades egípcias, chamados de Historiadores, em busca de artefatos arqueológicos de valor inestimável. Na aventura, eles enfrentam desde o chefe do crime conhecido como o Comendador, até o mago egípcio Khepri e seu exército de monstros. Logo se envolve na busca a heroína a serviço do Vaticano, Sagrada Justiça, que ajuda a salvar os artefatos. Porém, dias depois as peças são novamente alvo de novos ladrões. Dessa vez, seres vindos do espaço.
As próximas imagens mostram o Esquadrão numa aventura espacial, onde eles se infiltram numa espaçonave alienígena, pertencente a piratas siderais conhecidos como o Esquadrão Galático, e acabam por tomá-la, em pleno espaço sideral. Tudo isso para resgatar os artefatos arqueológicos roubados pelas criaturas extraterrestres. Porém, agora eles tinham uma nave para eles e estavam perdidos no espaço. No duro caminho de volta, travam novas aventuras, em planetas que nem sonhavam em existir. Até caírem num planeta comandado por criaturas semelhantes a humanos, mas incrivelmente mais fortes.
Forçados a lutarem numa arena de gladiadores para a diversão do povo e de sua imperatriz, Inanna, eles logo descobrem uma rebelião para depor o império opressor e libertar o povo. Quem lidera tal rebelião é a filha do primeiro ministro e lutadora da arena, a bela Myea. O Esquadrão resolve ajudar na batalha pela liberdade. No entanto, descobrem que um dos membros do Esquadrão Galático é irmão do primeiro ministro, o que os coloca de novo frente a frente, estando agora os piratas com uma nave muito superior.
Cronnus, mesmo animado com tal aventura, descrente de que os heróis poderiam ir tão longe, faz as imagens se converterem novamente. O que vem a seguir é uma visão apocalíptica, de detonações nucleares por toda parte. Temporal abre bem os olhos com tamanha imagem de destruição, então se atenta que o alvo da explosão não é a Terra, mas outro planeta, e ali perto, acompanhando tudo, está o Esquadrão em sua nave, junto com outros superseres, acabados de sair de uma batalha nunca antes travada. Resultado de uma guerra estúpida por poder.
Uma nova cena dá um rápido olhar onde Temporal treina um jovem dotado de poderes semelhantes aos seus. Numa base em que nada lembra as salas de treinamento da Corporação, Simon se admira com a competência do rapaz, determinado em cumprir a missão que recebera de seu pai. Tal jovem viria a ser conhecido como Andarilho, num futuro sombrio.
Tão logo se vê uma Terra em conflito, onde o ódio nunca antes fora tão grande, onde uma ameaça dormente ressurge com sede de vingança. O Esquadrão se vê envolvido em mais uma batalha épica, porém agora com mais experiência, com muito mais estratégia e coragem, em vez apenas da determinação de aventureiros novatos. O fim dos tempos profético é então anunciado com a última trombeta, então o Esquadrão se vê coadjuvante de grandes forças que lutam para salvar o mundo. Os resultados dessa guerra, sendo a vitória ou a derrota, são mostrados paralelamente no visor.
Um Esquadrão glorioso, formado não por seis heróis, mas por toda uma legião, tendo como principais doze deles, como os doze olímpicos que decretam os caminhos do mundo. Como os mantenedores da paz de toda uma nova Terra. Uma Terra que é capital de um império interplanetário. Um poder incontestável onde o heroísmo se confunde com ditadura. Os inimigos que enfrentam nessa nova Terra, são justamente rebeldes que lutam pela liberdade.
E um Esquadrão derrotado, Sandy morta na forma de uma estátua de vidro. Flamy mutilada boiando sobre o mar. Máximo estranhamente envelhecido e doente, com grandes cicatrizes pelo rosto. De Maritimus só resta o elmo, jogado no deserto. Harpia com seu filho recém-nascido morto em seus braços, petrificado pela liga metálica que herdou de sua mãe, esta que logo se suicida com uma lâmina cravada na cabeça. E Temporal, como se fosse o último homem vivo no mundo, tenta usar seus poderes para mudar o destino, mas não lhe possível. Então fica sozinho, numa solidão eterna.
— Adoro ver vocês morrerem! — exclama Cronnus, muito feliz com tal destino. — Mas como isso não vai mesmo acontecer, pode ficar sossegado. Seu sofrimento não será tão longo! Acho que vimos o suficiente, Simon… É hora de dizer Adeus. — Cronnus dá as costas para Temporal, ainda ali no chão, sem saber que este já recuperara suas forças.
— Não vai ser assim…
— O que você disse? — quando Cronnus se volta, o soco atinge seu rosto. Sem ter tempo para pensar no que aconteceu, outro golpe faz seu visor cair. Mais uma série de golpes o leva ao chão. É então que ele vê Temporal, de punhos cerrados e com ódio no semblante.
— Você disse que eu não iria te matar porque eu sou o cara bonzinho. Mas, de que adianta ser bonzinho agora, nesse momento? — Temporal se aproxima em passos firmes e dizendo: — Você não só acabou com a vida dos meus amigos, mas também com de centenas de inocentes. Destruiu a Cidade do Tempo e os Guardiões! Com isso, destruiu toda a existência! Toda a Criação!! Então… Porque eu ainda seria o cara bonzinho?! — Temporal começa a chutar Cronnus ainda no chão.
— São apenas palavras… Simon… — diz Cronnus que contra-ataca e se levanta. — Mas você não tem coragem! Nunca terá!! — Cronnus então se atraca com Simon numa luta corpo a corpo. Temporal se assusta ao pensar que, mesmo com esse contato físico, nada esteja acontecendo. Ele sabe que a mesma pessoa de tempos diferentes não podem se tocar. Não estudou bem o que acontece com pessoas de realidades diferentes. Mas talvez Cronnus não será ele, como temia. Nem de outro tempo, nem de outra realidade. Então, o que ele é?
— Quem é você?! — pergunta Temporal, coberto de ira, pegando algum destroço do chão e golpeado a cabeça do seu algoz. — Quem diabos é você, maldito!! QUEM?!! — a ferocidade de seus golpes, cada vez mais fortes, fazendo jorrar uma chuva de sangue, manchando seu próprio rosto, nunca antes ele fora tão irracional, tão selvagem. Até que Cronnus não demonstra mais nenhuma expressão, seja de dor, ódio ou medo. Sendo apenas um pedaço vazio de carne, já sem rosto e sem vida. — Oh, Deus! — Temporal larga o objeto (que por não ser nada da Terra ou dessa dimensão, não podemos descrever melhor), e sente o fedor da morte em suas mãos.
Mãos que agora tremem, ao mesmo tempo em que suas lágrimas caem sobre o peito de Cronnus. Simon sente agora o amargo da vergonha na boca, vendo que se rebaixou tanto, fazendo o que era, desde que se entende por gente, o pior pecado que alguém poderia cometer, ainda mais de forma tão brutal e cruel. Mas no fundo ele sabe que este era o único jeito de deter tal monstro sem coração. Era como se livrar se seu lado maligno, como se aquilo refletisse alguma batalha espiritual que a certo momento da vida todos enfrentam. Era inevitável.
Do chão, Simon cata o visor de Cronnus, sabendo que ele seria necessário para dar prosseguimento ao seu plano. Mesmo sabendo que o que faria em seguida seria tão ou mais proibido do que tirar a vida de outro ser humano. Mas naquela situação, ninguém, a não ser ele mesmo, poderia saber o que aconteceu. E tomando coragem, ele vai até o computador central e absorve mais energias, chegando ao ponto máximo de poder cronal, ainda pouco estudado por ele. Talvez fazer o que iria fazer agora, esgotaria com sua própria vida. É um preço pequeno a se pagar… Para corrigir os atos de Cronnus.
E acionando o visor holográfico, Simon começa a restaurar a realidade. Primeiro refaz a Cidade do Tempo como ela deveria ser. Traz à ampulheta novas e revigoradas energias, e por fim faz o tempo tomar seu curso, restaurando a realidade ao seu redor, devolvendo cada coisa ao seu lugar antes de Cronnus entrar na sua vida. Por vários momentos ele se vê tentado em reescrever a história. Apagar da existência guerras e genocídios, mas sabe que as conseqüências seriam terríveis. Nem mesmo sua própria história ele se atreve a mudar. A morte da mãe, o orfanato… Tudo continua onde sempre esteve, até que a existência é revivida chegando àquele dia. Momentos antes de Cronnus entrar na torre na Corporação.
Está feito. Tudo foi restaurado. Mas para evitar que isso novamente aconteça, ainda resta algo a ser feito. Mesmo que a sombra da morte impere por suas mãos novamente, ainda há algo a ser feito. Com isso em mente, ele deixa a Cidade do Tempo, desaparecendo com o corpo de Cronnus. Em seguida surgem os Guardiões do Tempo, como se nada de seu santuário fosse profanado. Eles voltam seus olhares para a ampulheta e observam a cena que se passa nesse exato momento.
Cronnus, sob a luz do sol das duas da tarde, vestido com roupas comuns, leva em sua mente o plano de entrar na torre da Corporação se passando por Simon, tomar a confiança do Esquadrão M e destruí-los, para logo após acabar com seu pior inimigo. Com isso em mente, ele chega a poucos passos da entrada do prédio, ajeitando seu colarinho e usando sua melhor atuação. Já avistando o segurança na porta, esboçando um sorriso amarelo. É quando uma voz lhe chama a atenção:
— Desista Cronnus. Seu jogo não irá funcionar. Não dessa vez. — se voltando, Cronnus vê Temporal a frente do Esquadrão M, prontos para a batalha. Expressando um olhar sombrio, o vilão responde:
— Veremos…
Conclui a seguir.
Arquivado em: Esquadrão M
Quando eu digo que eu sou um cara de sorte é pq eu sou mesmo! Fui o primeirão a ler essa fantástica história, pois nosso grande amigo Anderson me pediu para revisá-la!
E Anderson! Que capítulo!
Eu imaginava que seria bom, mas o futuro(ou futuros) que vc nos mostra ficaram cada um mais legal que o outro! Nos deixa com água nos olhos prá ler tudo em forma de arcos do Esquadrão! muito, mas muito legal mesmo!
E esse trecho então:
“Uma nova cena dá um rápido olhar onde Temporal treina um jovem dotado de poderes semelhantes aos seus. Numa base em que nada lembra as salas de treinamento da Corporação, Simon se admira com a competência do rapaz, determinado em cumprir a missão que recebera de seu pai. Tal jovem viria a ser conhecido como Andarilho, num futuro sombrio. ”
Ligando o Esquadrão com os acontecimentos do Resgate! Show!
Mas o verdadeiro espetáculo é a votla por cima do Simon! cara… Foi sensacional quando ele se liberta e mata o Cronnus! Uma atitude que qualquer ser humano tomaria, principalmente se submetido às torturas que o Temporal recebeu!
Mal posso esperar pelo próximo capítulo!
Meus parabéns cara! Vc Arrebenta!
Um abração!
Grande João! Ainda bem que se considera sortudo, pois na minha atual situação, escrevendo em cima da hora, vou ter que pedir pra você revisar muitos textos!
Esse capítulo foi o grande preview do está por vir. Não digo que tudo que está aí vai acontecer e nem que seja exatamente assim (até porque não seria graça revelar alguns mistérios), mas é mais pra dar um gostinho do que o leitor pode esperar para Esquadrão M, e também, para todo o UNF!
Sim, a reação de Temporal foi compreensível, mas veremos que ele se culpará muito por isso, e que depois isso lhe trará concequências terríveis (uma surpresa que não mostrei no capítulo!)
Mais uma ver, orbigado pela presença e pelo apoio, João. O próximo capítulo será onde realmente a história começa!
Até lá!